É o próprio jardim local, a renovada Alameda dos Plátanos, que empresta o nome ao já considerado empreendimento de referência da nova zona de expansão da cidade de Abrantes.
Os plátanos, estendidos ao longo dos 180 metros do passeio público e zona verde contíguos aos edifícios, constituem um elemento marcante da qualidade de vida que para ali se perspectivou. Entre os vários edifícios que integram o projecto residencial e de serviços, as praças centrais funcionam como zonas de lazer e publicamente acessíveis, com a inclusão de diversas lojas e estabelecimentos de restauração e cafetaria. O parque infantil e os demais arranjos exteriores são mais-valias importantes às quais se junta o simbolismo inerente à vista privilegiada para o Castelo de Abrantes. A elevada fasquia colocada pelo factor localização e pelo vasto conjunto de pistas que conduzem a uma preocupação evidente pela qualidade de vida dos seus habitantes são compatíveis com o nível da construção edificada e dos respectivos acabamentos interiores.
Ao todo, o Jardim dos Plátanos representa um investimento de 12,5 milhões de euros. Promovido pela Mater Control – empresa sedeada em Abrantes e pertencente ao conselho estratégico imobiliário do Grupo Lena –, a construção do empreendimento foi da responsabilidade da Lena Construções. A Medilena, do mesmo universo empresarial, detém a comercialização exclusiva, sendo que, actualmente, cerca de 60% da oferta habitacional está já vendida.
Quais as directrizes fundamentais sobre as quais assentou a concepção deste projecto?
O grande objectivo estratégico do promotor foi criar um projecto único em Abrantes, privilegiando a qualidade de vida de quem ali escolher o seu local para habitar. O Jardim dos Plátanos propõe-se a desempenhar um papel de referência como o novo centro da cidade. Neste capítulo, destaca-se a proximidade do Tecnopolo do Vale do Tejo (TagusValley), para além de todo um vasto conjunto de infra-estruturas e serviços circundantes.
Que mais-valias destaca na estrutura do empreendimento?
Em termos genéricos, resolvemos apostar na qualidade. Por exemplo, na conjugação de materiais sóbrios e contemporâneos, tais como madeira, pedra natural e vidro. Demos primazia ao espaço entre os blocos habitacionais, de modo a criar zonas centrais de circulação e lazer, destinados não só aos moradores, mas também à população em geral.
De que forma a componente paisagística foi trabalhada e valorizada?
De facto, houve uma preocupação especial no enquadramento da construção nos espaços verdes já existentes no local, de forma a que a zona circundante aos edifícios ficasse totalmente arborizada. Este foi o ponto de partida para tudo aquilo que projectámos para aquele espaço que, embora sendo urbano, pode ser apresentado e proposto como “Uma janela aberta para a Natureza”.
Esta é parte da avaliação deste empreendimento escolhido a partir de critérios da revista
, a qual selecciona no mercado projectos imobiliários de segmento médio-alto. A avaliação engloba uma análise global, bem como indicadores referentes à "Localização e envolvente", "Tipologia do alojamento" e "Qualidade de construção".A avaliação completa pode ser lida na edição nº 20 da revista
, de Setembro de 2006.


















