Herdeiro dos primeiros protectores da propriedade industrial em Portugal, Gonçalo Sampaio explica como se faz e por que é fundamental
O exemplo mais imediato da importância de patentear é dado pela indústria farmacêutica. Hoje não teríamos medicamentos como temos se não houvesse quem pagasse o investimento”, considera Gonçalo Sampaio, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Consultores em Propriedade Industrial e integrante de um dos escritórios mais antigos do País dedicados à defesa da propriedade industrial. Um exemplo que usou para explicar a importância das patentes.
“Se não protegermos, não evitamos que outros usufruam”, defende Gonçalo Sampaio. “Hoje em dia, não basta ser bom. É preciso diferenciar-se através da inovação, da diferenciação de produto, de embalagens distintivas e marcas fortes. Se formos apenas mais um, temos dificuldade em diferenciarmo-nos. E são as patentes que vão permitir optimizar a capacidade inventiva”, defende o especialista.
E afinal, como se cria uma patente e para que serve? Descubra esta e outras informações sobre marcas e patentes.
Reportagem completa na edição nº 58 da Revista
de Novembro de 2009


















